é uma nostalgia
que chove lentamente
amaciando o frio
de um outono
agora começado
um beijar de orvalho
na memória que grava
montanhas de um verde
de tempos de outrora
é um aconchego
que de mansinho
te cobre
os cabelos molhados
um sorriso de névoa
perdida
numa manhã sem medo
onde o silencio se guarda
na água celeste
que teima em cair
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário