molho os lábios na tua saliva
em finais de um outono
roubado
ofego
num orgasmo distendido
as dores do dia
e da minha alma
passeio
os dedos doridos
na pele que teu
corpo cobre
e bebo
dos teus gemidos
o silencioso segredar
da minha voz
não sabes quem sou
mas vem!
vem devagar
estremecer o meu sossego
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
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