tenho a minha pele
a escrever-te
a construir-te
sucalcos
e planícies
em sílabas
que invento
à medida
que te visto
de mim
dobro as noites
sem as engomar
e guardo-as
nas gavetas
da tua memória
e enquanto
enfeito o cabelo
de risos
a chuva lava-nos
as mãos
e leva longe
as histórias
que inventas
no meu gemido
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário