o lençol ainda
está quente
e não condiz
com a chuva fria
que dá cor à manhã
o vento cola-nos
a chuva ao corpo
num avisar
de que a vida corre
e não pára
e passa
por isso hoje
abro os braços
à chuva
e à vida
essa
que por vezes
açambarca
todo o nosso ser!
segunda-feira, 23 de abril de 2012
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