estou cheia de ti!
da tua pele que me veste
da tua voz a contar-me segredos
dos teus beijos
a habitar a curva do meu ombro
e não sais de mim
como se reinasses
o nó da minha garganta
como se ensinasses
a dor ao meu peito
arranho-me a pele em sangue
e nada mais resta
que o pó do que fomos
quinta-feira, 3 de julho de 2014
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