quinta-feira, 9 de julho de 2009

história de uma flor

era uma flor pequenina
que trazia o aroma da noite
e o sorriso de uma ilusão

era uma flor cor-de-rosa
que sem ser rosa
deixaste na minha mão

e a flor pequenina
suspirou soluçando
riu na noite demorada
e viu a poesia da pele

era uma flor pequenina
que me contou segredos
antigos, perdidos
e de cor azul

e a flor pequenina
que deixaste na minha mão
mataste-a tu de silêncio
e eu de desilusão...

2 comentários:

João disse...

Que flor tão traiçoeira.
uma história de, talvez, uma expectativa não consolidada; mas um poema bem transparente.

gosto ( mais uma vez)

Anónimo disse...

lindo...:)

ass: irmã