era uma flor pequenina
que trazia o aroma da noite
e o sorriso de uma ilusão
era uma flor cor-de-rosa
que sem ser rosa
deixaste na minha mão
e a flor pequenina
suspirou soluçando
riu na noite demorada
e viu a poesia da pele
era uma flor pequenina
que me contou segredos
antigos, perdidos
e de cor azul
e a flor pequenina
que deixaste na minha mão
mataste-a tu de silêncio
e eu de desilusão...
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2 comentários:
Que flor tão traiçoeira.
uma história de, talvez, uma expectativa não consolidada; mas um poema bem transparente.
gosto ( mais uma vez)
lindo...:)
ass: irmã
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